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VITÓRIA EM TRONOS

Foto do escritor: Nicole d'Oshun
Nicole d'Oshun
9 de set.
11 min de leitura

A Cruz Celta A Luz - O Mundo - O Diabo - O Sol - A Estrela - A Temperança.

Durante o dia, tudo tinha dado errado, parecia. A tarde estagnada, pesada. Meu ego se revirava, retirava, readequada e eu, enlutada sem saber o porquê - em dúvidas divinas comigo mesma. Voltando pra casa, o ar pesado do solstício pairando, sem eira nem beira, me revoltando como uma adolescente cega, surda e burra no meio do vendaval após o tiroteio.


“Erva, minerva, pessoas que não dá pra confiar.” Disse o vulto que passou por mim na esquina enquanto eu voltava pro apartamento. Gosto de cereja, cerveja e vinho tinto…


- Hmr - rosnei pensativa para mim mesma, ou para o alter ego. O eu do espelho. Pensando apenas na servidão mágica, pública, inerente ao capitalismo tardio - ela - ou eu - me pesa, me pesca.


Os cães ladravam alto, sirenes e dúvidas pairavam pelo ar. - o gosto era seco, como carniça, como remédios, médicos, doença pútrida, infértil, infantil e sadomasoquista.

O ar parecia estar estagnado, gelado. A noite estava suja, putrefata e bela.

Shirley, A Rainha do Tempo - a velha companheira de clã estava no hospital.  Tudo estava, confuso, inocente, e ao mesmo tempo na mais bela paz.


“O Velório…” disse o pensamento vulgar, distante de mim, da minha personalidade burguesa e da persona sensual e pragmática Os Outros - faziam eu engolir a seco. No fundo, no fundo era - Ela, eu sabia que era Ela, tentando me acalmar.


Consciente da abertura dos véus daquela semana, caminhei para casa, romanticamente com o rumo das runas marcado nos mercados, nos sapatos, recitando mantras, cheia de endorfinas.


Cheguei em casa, os caminhões pesados passavam pela perimetral. SUL. Acendi um cigarro, sentada ao lado da vela na sacada, na janela. HEh.

Senti feder o rito, o tumulo, o soluço, o Graal. Gritei, ah como eu gritei. Sentindo a dor lancinante de 7 facadas no ombro esquerdo. Vi luzes e estrelas. COPAS! Ah, o Baralho Copag, a flecha - a surda, a muda, o mundano e o tiroteio.


Um berro até que podia ser escrito aqui, na falha da Matrix, se eu não tivesse prestes a chorar novamente. MAGENTA, A MEDALHA. “Ah, eu vou me atirar!’ - Seth.

O celular toca, abro o pacote de bolachas e retiro o vinho rose seco da sacola plástica vermelho alaranjado e reviro os olhos. “autodidata? redija-se você.”- É Velvet, o mundo gira, na tormenta do próprio silício. - solstício.

Nossas ancestrais Bruxas que não podemos mais negar. Os sussurros são como guardiões silenciosos atentos, eles estavam a me ensinar - e eu, humildemente encilhada, aprendi a rejeitar.



O vulto, disseram Eles, me anunciaram no Combate.


O quartel general do Coven ainda estava em chamas quando recebi a mensagem, e eu, havia pego fogo junto três dias antes - havia entendido só ali e agora os sinais. Mais de 20 pessoas já estavam se mobilizando.


Liguei para a Matriarca, ela não atendeu. Sorte no azar, dirão os livros. Levantei, pronta para sair de casa. “NÃO, FAÇA ISSO CONSIGO, MENINA!” - me gritou Ela do céu, ao léu, do lado de lá. - Coragem, mulher. - disse a doce Forma da Rainha de Copas - má fama ali, má fama, má fortuna, falta, escassez em abundância. Te avisei, te empurrei e não te xinguei. CONFIA que dói menos.


Ajoelhei, aceitei, rezei. - Espera mais um tempinho, a voz doce me revelou em reza.  Vou te Parir, e eu ouso te ocultar.

Os pés pesaram. Minha vidência estava em chamas. A Ancestralidade rosnando, me cercando. - Ai meu Santo Antônio - e eu? Avatar de carne, bolsa indiscreta de sangue, órgãos - impotente, prepotente, ponderando sobre o luar? Eu acho, penso, ouso dizer, deveria eu estar lá? - Tu? - me respondeu o Ar - tu faze exatamente o que queres e está predestinada a dizer. Com os gatos no colo, focada na chama da vela, olhos lacrimejando em mel e escrividão.  - Então vem, fica” disse o eco do Augúrio. A dor dilacerando meu elo - gratidão, soltei o véu, gosto de fel. Desgosto, eu sentia o desgosto. - Pai, desata-me, por favor. - Eu desejava ir pra lá, desejava trabalhar, desejava… Ah como desejava.- Pois deixa


Mulher que a Vontade pura, graciosa, liberta de desejo é a arma alquímica que eu resolvi alquilar.

A música toca:

Para los que dicen que el son me lo han roba'o Los soneros de mi Cuba no se pueden olvidar”

"E EU, me engasgo com o refrão."

- Alexa, silêncio.


O corpo não me deixava ir. Eu presa em grilhões invisíveis, mal amada, mal resgatada.


O celular toca novamente, me acordando do crime, da trama, do drama, do transe. O pix. - Tóxico, minha Mãe. Aquele pix era tóxico. - Cáustico, rústico, sádico  - e devidamente distópico.



Agradeci, louvei, angariar. Ali, naquele momento tão distante e tão próximo de mim, vi 72 olhos do passado, presente e futuro pairando sobre Mim, aqui mesmo, na sala de estar.


Ave Babalon, mãe de Missa de Morte. - rogai por nós ontem, hoje, amanhã sempre.


Havia uma “grande escolha” de R$ 33,40 na minha frente ser feita.

Ou era uma Ave pro abismo ou era uma ave pro Cão.

Ai meu chão. Ela chegou, encostou, agorou, agarrou.


Me passou o endereço correto de transmissão e da redução de erros kármicos, tântricos, táticos e das dívidas divinas dos outros para consigo mesmo.

Tu pega a direita, “neguinha”, e pesa o “Lodo”, e que tu nunca mais me olhe para trás.” - À direita do Trono, jazia tanto a Ave do Abismo, quanto a ave do Cão.

Brigitte sentou, chorou - enquanto arrumava seus cabelos maltratados pela insônia e falta de tempo. No espelho eu simplesmente perguntava pro reflexo da sala - why not, Brie? Why not?

- É de drogada ou de maluca que ele vai nos chamar dessa vez? - pensamos juntas no espelho, ela passando batom enquanto as chamas a consumiam na dor do cativeiro - do inconsciente coletivo.


É, ela agorou. E a-do-rou.


Eu sentei, e chorei. O carro de aplicativo estava a 5 minutos de Brigitte. E eu estava a 7 km deles - a minha direção era A correta, a dela também. O homem era o errado.

Será? Preocupada.

Obviamente ela estava preocupada com o fato de não saber o nome dele, não conseguir se recordar. E, eu tinha certeza que começava com E.

- Lixo, minha Mãe - eu me senti um lixo. reduzida a cinza e traumas.

“Once again in literature.’

Ela, Brigitte, desceu as escadas acompanhada pela dupla, o meu eu espelhado nela, tentando não meditar, tentando não incomodar. A noite passou a cheirar a vela preta, seca -  a partir desse ponto no tempo e espaço ela passou a se esquivar da lua minguante.


“Eliezer”, ela, a mente, gritou indiscretamente da Lua, caso vocês tenham se esquecido. Foi pra aquele cara que Ela foi rezar. - Já eu, Brigitte -  reduzindo a cinzas o trauma do momento, precisava urgentemente me esquentar. Lembrai, jovens leitores, que vou recordar do vinho, para mim, para elas e pra vocês.


“Pertinho de mim, dizia o Tinder - o date estava.” - Longuíssima de Si, ela estaria.




Despreocupadamente Brigitte, abriu o portão. Salve os três cães gigantescos que desciam a lomba, perto dos pinheiros anunciando os desterros. Sorrindo carrancudamente, carcumidamente e louvando os céus, a Deus dará. - gelei. "E dará?"


Em 23 segundos ou mais - talvez menos, eles sumiram, dois subindo e um descendo.


Oso - eu sei o que quer dizer. Eu sei que sou e vou Ousar.” - calada vence.


Cruzeiros fechados, hora morta e um em um em direção à esquina da estrada. - Ela quis gritar novamente, eu sabia, tremia de frio - Abri o portão. “Ah, meu pai. Hoje eu vou lhe honrar.”


Sorri, EU, virgem, jovem narrador, com a auspiciosidade do momento, como se eles me dissessem ao som daquela nota musical - Angelical: “Ninguém entra, ninguém sai.”


EU, fiz crescer a expectativa nela, contida na cena, de cima pude ver os 12 pontos cirúrgicos nela. ‘ÁGUA” escutei o Vulto a minha esquerda gargalhar. Sorri, com a noite envolvente, e Ela - Brigitte - despreocupadamente entrou no carro. Velvet Underground tocava na rádio da infância dela. “Parabéns destino, ah, que lindo cantar.” Descendente, condescendente, familiar - só não vale gritar. Eu até qu sei que vou voltar.

E Ela também.


Mês a mês, o menino casalzinho dela - Eliezer, se bem vos recordo - ela arrematado as ervas - ele só pensando em tocar. E eu, narrador, voyer indiscreto, ao lado d’Ela, pensando em fechar as contas do mês e as do celular dela, que agora... estava tocando.

E a mim, masoquista mal amado, fiel deturpado - ainda mais quando ela está próxima de mim - também, a mim - toca responder, resolver, digitar.


Fico easy, e Ela --- calma. E eu mudo. - Aqui, nada ressoava, nada realizava, nada religava… O VÁCUO - Cockroaches in a pot


Logo tudo voltaria a ressoar!


Chegando na casa do boy - Eliezer, eu precisava lembrá-la sempre disso...

Que ele se chamava Eliezer. “Tá bom Brigitte?” A porta trancada atrás de MIM - e dela, e os jogos, livros, ferinos, vorazes a serem lidos - todos à nossa frente. Peneirando destinos. Eliezer, era isso que você estava fazendo por Ela. Eu aí, e tu lá…

‘Lixo?” e ela que estava só pensando no lixo, nas lixeiras, na porta trancada e no registro de gás fechado enquanto ele - Eliezer, apenas falava sem parar sobre o direcionamento jurídico do jogo da própria existência, de seu trabalho tão chato e tão mundano, da casa e do lar.



Ele se aproxima dela, vagarosamente como que nunca sabe o que quer.

"Me beija, ela suspirou" - rezando.... - e eu, jovem narrador mestiço, esqueço de tudo, do fim, da carreira, do lixo e do Sinal. Contente. Esse jovem narrador está CONTENTE, apenas contente. A mão na nuca dela e a mandala nas costas dele, abrindo como no naipe de copas. Apoiando a fragilidade dele na dela, com a delicadeza preocupada.

Era como se ela dançasse em volta dele, em uma sala em chamas. Sete litros de água ou mais foram o necessário para fazer essa cena de BDSM rolar.


Com o desperdício de tempo dela na infância da minha Aurora. - enjoada ela está. “Me guarda e me protege, ao menos em um jejuar?” - os dados de dano (3d6). Eu escutava os escombros do Pátio, e Brigitte os gritos e soluços de dor e sofrimento nos cenários da mente. O telhado em chamas, a louça pra lavar. Assim como a noite silencia O Vulto.

EU - o jovem narrador - abro os jogos dele e me sento para recitar.


Juntos, EU e Ela - vemos os anjos do momento e seu nome em hebraico se projetando.


Brigitte na cama dele e eu naquela sala de estar, empoeirada, suja, cheirando a traças, mofos e cadetes espaciais - trapaceando no mojo, cancelando o mofo D’le, no véu. Entupida de jogos e livros do Novo Aeon. - ele, Eliezer, entristecido, preso pelas amarras e correntes de Marquês de Sade - inconsequente, inconsciente - Brigitte.

Esse jovem idoso está e estará. CRESÇA\ACORDE.

ומבאל - OBEAH!


“É nessas horas que o santo bate, sim ou não - minha Velha?” É só o CID, Odara - respondeu o Mestre, rejeitado ao som do Alguidar. dende e pimenta - o pajubá Ali é não, com certeza não... - respondeu Brigitte, arrependida, dançando projetada na minha sala de estar, se comunicando ao longe e iluminando as letras em um dourado macio e saboroso, como uma pintura magicka, aveludada, alquímica, indiscutivelmente iluminada. Sabor melancia com melão. ah Jeovah, ela é Carmesim


Me volto pra cena. EU, narrador SAGAZ - segurei ele, Eliezer, com força pelo braço. Brigitte ronronando sagazmente - afinal, somente a bruxa poderia me apartar.


Aaaaah - suspirei, ó Jovem Leitor - quase que no “cio” enquanto o gato dourado arranhava minhas pernas e ronronava macio.


A chave e cerveja em cima da mesa, e ela tentando entender qualquer coisa que ele falava sobre o trabalho. Estressado, EU pude notar que ele estava estressado. - e ela também.

Brigitte olhou encantada os pelos dele no queixo, o volume de sua barba. Seu cheiro...


Belo, ele era estridentemente belo. Sentiu seu cheiro, seu perfume e enterrou seu rosto sádico no pescoço do muso do momento, amortecendo a queda se deixando levar pelos soluços do tempo e do espaço enquanto ele conduzia ela novamente para o quarto.

“Perde o jogo, mulher, se deixa levar” falei pra ele, enaltecendo-o sabendo que só ela iria Ousar. Ou será?


- ABBA tocando na Alexa na em cima da geladeira.  EU e ela, como um nos ajoelhando - sem o menor medo de falar ou falhar, pensou ela, levemente entorpecida enquanto ele tirava sua calcinha - ela estava era com medo de ser mal interpretada - e ainda está.


Ela não se lembra da noite anterior nem da seguinte - me perdi, li, ouvi ela, em deleites e mistérios.


“Ó Filha.” disse Velvet, projetado-se astralmente na sala


תַּלְמוּ - senta e lê mais tarde.”

- RRRRGH - rosnou Brigitte, com dor, gemendo de raiva enquanto ele limitava seu corpo,  mão no seu pescoço, corpo tremendo, lágrimas presas no Destino e o prazer sensorial do toque de outro ser humano.


Logo veio o sono. A vertigem, ela meio zonza, sem entender o que as pessoas haviam dito ou como ela havia falhado com elas.


Até porque, ela se vendia. - até porque, eu podia me queimar -

ou não. Ai Rincon Sapiência, na lareira dela, e eu, só querendo acender vela.


Ele roncando ao seu lado, levemente embriagado pela noite suja de dor, cinzas, suor, sangue e lágrimas, e eu, narrador - como sempre - sem conseguir dormir, respirar ou gozar.


Rezando agarrada no Eu dele - traindo a causa “nobre”, tentando levitar. Ele, - Elizer - apenas expandiu, nos despiu - ali, nua, enrolada em cobertores macios e delicados, com os pés enroscados em seus joelhos macios - eu escutei ‘Leuviah’ me recitar:


- A Vitória hoje, Menina, é em Tronos. - ela chorou, e ele tchuco de sono, se emancipou.

Brie levantou noiada, pronta pra fumar. "ah Ela vai ficar possessa..." - Sim, fiquei - disse a Brigitte do futuro na mente da Camareira. -| a go ro pe se - PROCESSA!!! ! Enroscada no roupão dele caótica, a esquerda de mim, e ele sem conseguir Acordar.

 

“É isso que tu quer, Velvet?’ - ela disse, e EU me arrepiei. Afinal, a vida além da matéria é incontrolavelmente caótica, bela e amedrontadora ao mesmo tempo, né meu Severino? Senti um peso sair das costas dela. - Divina, Brigitte estava essencialmente divina.


- Esse pedido é Bíblico, Brigitte, não condiz com a Vossa Senhoria e nem com o Nossa Senhor cobrir a dor do Ouro Alheio. Não olhe para trás e eu nunca mais permitirei a sua queda. - ela se engasgou no meu próprio nojo e impureza. O gato dourado, hahaha, esse fazia pãozinho em seu colo, naquele sofá tão distante da nossa sala de estar - ela me sentia queimado como as imagens de minha Mãe.


Quis gritar, engordar. - voltei para o quarto: eu?

LUTO. Luto sim. Seguinte?

O corpo quente dela jazia ao lado dele, nu depois do resgate emocional da segunda transa. Eu em transe, gelada, corada, o corpo em reza, com o seu próprio panteão. Olhei pro boy, luz da sala acesa. ”Brie, irmão X Irmão, Brie.” - disse Velvet sagazmente apontando para o homem dormindo do meu lado. Ela o abraçou, sentindo o amor e a centelha divina da unidade. - CORAGEM, bate sua cabeça lá no altar quando voltar.


- AMA-se e ama aos outros, ela voltou a chorar.  ”E o que será que ele pensa e pesa enquanto eu, em cruz e em reza, penso em jogar?” - Joguei pro universo. Voltei a fantasiar.

- Tu vai ficar nisso um tempão, Brie. - respondeu Velvet.

"Bati o martelo” - respondeu O Jurista - “Por isso ela me pôs no mel”.

EU - quis gozar, gritar, girar, por medo ou por luto. Já não sabia mais quem o meu EU era com o clã. E muito menos o eu dela. Com os meus. “Eu aqui, e eles lá” - deduzo eu, sabendo que havia conseguido exatamente o que Ele queria na hora de interpretar. - troca de papéis? Bora? Se equivocar…


”Que lindo isso…?” - A força do pensamento que fez ele acordar - Eliezer, EU precisava me lembrar, depois desse ronco leve um sorriso, e o Outro preocupado com as unhas delas pra pagar. Organizada, por favor, pediu Brigitte, ó minha Santa Catarina, minha sala me cala, me brilha e me obriga a estar organizada. Subserviente, obediente ela estava, ali, nua na frente dele - lar em chamas e a vertigem Lhe chamando pra se fixar. A última coisa que EU me lembro daquela lua, foi “a menopausa” dele, de Eliezer - depois de me emprestar baralhos amantes pouco tocados, talvez nunca usados, apenas pelo simples desejo do consumo, sem a menor referência, decência ou intento mediúnico para a sacada. SA - CA - DA - última carta sacada. - A TORRE | THE FIXER.

O jejum divino que tira os pecados do meu Mundo. - dai-nos PAX.

O DOM, Narrador experiente, estaria recebendo ela O DOM? - Com cartas marcadas, diferentes das minhas?


- Eu acho que renasci, Eliezer. VOU RESCUSSITAR. "a go ro pe se" —--------------------------------------------------- Prólogo: SEM TEMPO, IRMÃO o prequel, o sequel |

"and I faked belived on her lies."

In memorian | Fernando J Castro Drumond Jr.

& JB Castro


“Amanheci, amadureci, desunida, liberta e prenha - divinizada e vandalizada pelo sádico do momento. Aaaah o colóquio com aquela Rainha, AQUELA RAINHA - a queda - das espadas da casa dela… Exatamente como aquela Princesinha de Copas delicada. - despreocupada, PRÉ-ocupada, deveria estar lembrando de obter.” XEQUE-MATE

Nicole Nunes @nicoledoshun


 
 
 

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